Eis o grande desafio!


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Transcrevemos aqui um trecho do livro Passando aos filhos a tocha da fé, escrito por John M. Drescher. Ele sugere, com sabedoria e simplicidade, algumas ideias que os pais poderão por em prática, no dia-a-dia com seus filhos, para manter acesa e passar adiante a tocha da fé. 

Amarás , pois, o Senhor teu Deus de todo o  teu coração, de toda a tua alma, e de  toda a tua força. Estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração. Dt 6:5-6

Como estava chovendo, as crianças brincavam na sala enquanto a mãe trabalhava na cozinha. Ela reparou que as crianças falavam cada vez mais alto. Foi até a sala e repreendeu-as por estarem brigando. Disse: “Assim, não! Não se pode viver brigando desse jeito!”.

Uma das crianças respondeu: ”Não estamos brigando, mãe. Só estamos brincando de mãe e pai”.

Uma criança percebe com facilidade as reações emocionais dos adultos. F. H. Richards escreve: “Sabemos que [a criança] … registra no subconsciente as astúcias, os hábitos e os maneirismos dos seus pais, numa idade em que parece impossível para uma criança prestar atenção ao que ocorre à sua volta”.

As crianças adquirem as primeiras noções sobre Deus através da maneira pela qual os pais interpretam a vida, e isto está diretamente relacionado com emoções e atitudes básicas. É esse o primeiro aspecto da fé religiosa. As maiores alegrias e as mais profundas tristezas da família são expressas nas reações dos adultos. As primeiras noções sobre Deus são aprendidas na família.

É na intimidade do lar que praticamos a fé cristã. O lar é a base da educação cristã e o laboratório do viver diário. A vida é interpretada pelas emoções e atitudes do pai para com a mãe e vice-versa; e depois para com os outros. Aquilo que é mais importante a criança percebe e sente em primeiro lugar. E será essa a sua primeira impressão da vida e a primeira chance de entender o seu significado.

A criança começa a captar nossas emoções e atitudes desde o seu nascimento, antes mesmo de entender as palavras. Muitos estudiosos da natureza humana acham que, até mesmo antes do seu nascimento, a criança reage aos sentimentos e às reações dos pais. Desde a sua concepção, a criança absorve impressões sobre a vida. E quando nasce, tem a oportunidade de adquirir conhecimento sobre os assuntos espirituais e sagrados, bem como respeito a vida, por Deus, pelas Escrituras, por outras pessoas e coisas materiais. As impressões são muito importantes na formação de uma criança.

Suponhamos que um pai fale sobre esportes com grande entusiasmo e compareça a eventos esportivos. Mas, se em contrapartida, não se interessar muito por coisas espirituais, tratar desse assunto muito  raramente e deixar de dar primazia ao que é espiritual, a criança perceberá as prioridades do pai.

Se a mãe gostar muito de fazer compras, mas não demonstrar o mesmo entusiasmo pela vida espiritual, a criança perceberá o que é mais importante. Tais atitudes e emoções exercem grande influência sobre ela. Um dia até podemos admirar-nos pelo fato de a criança mostrar tão pouco interesse pelas coisas espirituais, mas no esquecemos de que a base de sua fé religiosa é construída a partir de nossas emoções e atitudes. A criança está sempre observando-as para referência futura.

Os psicólogos dizem que o vínculo emocional, muito mais do que o ensino, que determina uma conduta boa ou má. Se o vínculo emocional for caloroso, cheio de amor e afeição, a criança desenvolverá uma boa conduta. Se ,porém, for frio e indiferente, a criança, não importa o quanto lhe tenham ensinado, poderá adotar uma atitude fraca diante da vida, e render-se com facilidade a uma forte pressão.

As crianças aprendem com muita facilidade. Aprendem em qualquer lugar e sempre. Aprendem a sentar, andar, correr, ficar em pé; aprendem até mesmo quando estão meio adormecidas. Absorvem também coisas sem importância, impressões e expressões ao seu redor através dos olhos, ouvidos, dedos, pés, pela imaginação e sensibilidade. Aprendem quando queremos e também quando não queremos que isso aconteça.

É como diz Ralph Heynen: “Não existe lugar que exerça uma influência maior do que o ambiente familiar. Os pais influenciam os filhos, quer queiram, quer não. Resta saber que tipo de herança será transmitida.

“Não é apenas uma questão de ensinamentos bons ou maus. Os pais influenciam os filhos também através do tom emocional criado no lar. Quando há muita tensão entre os pais, ou entre pais e filhos, é possível que os filhos venham a sentir-se infelizes durante toda a vida.

“Às vezes, tenho a impressão de que as pessoas acham que as bênçãos espirituais são transferidas de pais para filhos de um modo misterioso. Não é assim. Cada progenitor é um elo dessa transferência, que depende da influência, do senso de valores e do tom espiritual que é passado de uma geração para a outra.”

Por isso, os pais precisam cultivar seu relacionamento com Deus e viver na alegria do Senhor. Se ele se mantiverem em boa saúde espiritual e emocional, eles influenciarão os filhos para o bem. Assim, estes poderão crescer com o mesmo amor divino outorgado a seus pais.

PARA PENSAR
  • Que exemplos ou ensinamentos da fé cristã seus filhos estão recebendo de você?
  • Você está conseguindo envolvê-los apaixonadamente na obra do Senhor?
  • A tocha da fé que você recebeu de alguém, e deve passar aos seus filhos, mantém-se acesa ou está apagada?
  • Você sabe quando e como passá-la às mãos deles?

Compartilhando texto do site: http://ultimato.com.br

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QUERO SER UM TELEVISOR…

A professora do ensino básico Ana Maria pediu aos alunos que fizessem uma redação sobre o que gostariam que DEUS fizesse por eles. Ao fim da tarde, quando corrigia as redações, leu uma que a deixou muito emocionada. O marido, que, nesse momento, acabava de entrar, viu-a a chorar e perguntou: “O que é que aconteceu?” Ela respondeu: “Leia isto.” Era a redação de um aluno.

“Senhor, esta noite peço-te algo especial: transforma-me num televisor. Quero ocupar o lugar dela. Viver como vive a TV da minha casa. Ter um lugar especial para mim e reunir a minha família à volta…. Ser levado a sério quando falo… Quero ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções nem perguntas. Quero receber o mesmo cuidado especial que a TV recebe quando não funciona. E ter a companhia do meu pai quando ele chega em casa, mesmo quando está cansado. E que a minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, em vez de me ignorar. E ainda que os meus irmãos se peguem para estar comigo. Quero sentir que a minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para passar alguns momentos comigo. E, por fim, faz com que eu possa diverti-los a todos. Senhor, não te peço muito… Só quero viver o que vive qualquer televisor!” 

Naquele momento, o marido de Ana Maria disse: “Meu Deus, coitado desse miúdo! Que pais”! E ela olhou-o e respondeu: “Essa redação é do nosso filho”.

Cada um de nós devemos lembrar que Deus nos deu a responsabilidade de sermos Sacerdotes de nossos lares, no cuidado de nossa herança (SI. 127:3), deixando assim um legado àqueles que continuarão a nossa vida (SI.128:3b).

Desafiamos a cada pai a cada mãe, liderar sua família na direção do Senhor, passando um tempo especial sem televisão a fim de que eles possam um dia falar “Quando eu era filho em companhia de meus pais…eles me ensinaram e me diziam (Pv.4:1-9).

Que nada possa roubar o tempo precioso de podermos influenciar nossos filhos, pois uma família melhor, um filho melhor, uma cidade melhor, um país melhor e uma igreja melhor depende da participação de grandes pais como vocês, que não fogem a responsabilidade.

UM PAI QUE PASSA VALORES AOS FILHOS

Hoje é Dia dos Pais. Mesmo comemorada e estimulada pelo comércio, a data não tem o brilho do Dia das Mães. Em parte isto ocorre porque a figura da mãe é ímpar, quase mística, em nossa cultura. É mais terna, muito romântica.

O pai leva algumas desvantagens na cultura ocidental. Nossa estrutura o apenou. Em muitos lares é ele quem fica com a disciplina dos filhos. Chega a casa à noite, cansado do trabalho, e lhe diz a esposa: “Você precisa dar um jeito nesse menino!” Isto quando não diz: “Dá um jeito no teu filho!”. E o garoto logo pensa: “Pronto, meu pai chegou a casa, chegou a hora da bronca”.

Além disso, a cultura ocidental vem massacrando o homem. Como há livros tipo “Mulheres que amam, e maridos que (alguma coisa ruim)”, “Por que as mulheres fazem isso (uma coisa boa) e os homens (alguma coisa ruim)”, ou “Mulheres são isso assim-assim (alguma coisa boa) e os homens são aquilo assim (alguma coisa ruim)”.

Os homens estão mal na foto, como se diz na linguagem popular.

E também há um constante desmanchar de autoridade, como vemos em novelas e filmes. Via de regra, os pais são falsos, e os jovens são idealistas. Os filhos dão broncas homéricas nos pais, que parecem figuras patéticas. Os jovens têm todos os direitos e nenhum dever, e seus pais têm todos os deveres e nenhum direito.

Entretanto, na cultura oriental o pai, além de provedor, sempre foi referência e padrão para os mais jovens. Neste ponto, a cultura ocidental poderia aprender e parar de inverter papéis, deixando de apresentar os pais como quem nada sabe e os jovens como idealistas e sabedores de como as coisas devem ser. Por isso que gostaria de me valer de dois personagens bíblicos para pensamos sobre ser pai, à parte de conceitos culturais.

Um é Davi. Deus o chamou de “o homem segundo o meu coração”. Foi um grande rei, o maior de Israel, a ponto de seu nome se tornar sinônimo de Messias. Grande guerreiro, excelente líder, excelente administrador, poeta extraordinário. E péssimo pai. Sua família foi uma bagunça. Seus filhos foram uma calamidade. Há um caso de incesto, em que o irmão violenta a irmã, e um caso de fratricídio, em que um mata o outro. Dois deles, Adonias e Absalão, tentaram depô-lo. Foi muito espiritual, mas errou como pai! Temos uma razão na forma como tratou um dos filhos: “E nunca seu pai o tinha contrariado, dizendo: Por que fizeste assim? E era ele também muito formoso de parecer; e Hagite o tivera depois de Absalão” (I Reis 1.6). Um pai frouxo, não corrigiu o filho. Mimou-o demais e não o orientou. Falhou como pai. Há pais que não disciplinam, e sempre passam a mão na cabeça dos filhos, sempre os desculpam (no sentido de não reconhecer que erraram). Pais devem orientar e estabelecer padrões de disciplina.

O outro é Simão Cireneu (Marcos 15.21), que carregou a cruz à força. Quando Jesus saía levando a cruz, ele vinha do campo. Era manhã. Deve ter passado a noite cuidando do rebanho. Era nativo de Cirene, na África. Era negro. É chamado de Simão Níger (Atos 13.1), literalmente, Simão, o Negro. Tornou-se um dos pastores da Igreja. Tinha dois filhos, Alexandre e Rufo. Paulo falou de Rufo e de sua mãe, a esposa de Simão: “Saudai a Rufo, eleito no Senhor, e a sua mãe e minha” (Romanos 16.13). A esposa de Simão foi uma mãe para Paulo.

Simão poderia se queixar da cruz. “Só porque sou negro, ou escravo, me colocaram uma cruz de 20 quilos nas costas (peso médio de uma cruz), depois que eu trabalhei toda a noite!”. Ele a carregou por obrigação. Depois tomou-a como sua. Passou-a para a esposa e para os filhos. Dois filhos pastores e uma esposa que era mãe adotiva de missionários. Eis um pai que passou seus valores espirituais para toda a família.

Há pais que carregam a cruz sem alegria. Sua fé não é contagiante. A de Simão era. Assim deve ser o pai Cristão. Ele assume a cruz de Jesus e a exibe em sua vida. Os filhos vêem que vale a pena, e a assumem também. Um pai que passa valores aos filhos mostra a alegria de tomar a cruz e seguir a Jesus.

Que pai cristão você é? De fé apática? Ou, como Simão, toma a cruz e a ensina aos filhos? Pai cristão digno do nome carrega a cruz com alegria e a ensina dos filhos. Um dia, os filhos a tomam como deles também. Se isto não suceder, pelo menos o pai terá a consciência tranqüila. Cumpriu sua missão. Porém, sem dúvida que quando a cruz foi assimilada com realização pelo pai, grande parte do caminho foi andado para que o filho a assuma também com satisfação.

Ser pai é fantástico. Ser pai cristão é mais fantástico ainda. E ganhar os filhos para Cristo e vê-los no caminho do Senhor é algo que não reconhece limites de satisfação.

Jesus mostrou Deus como Pai. Chamava-o de Pai e ensinou seus seguidores a chamarem-no de Pai. Um sublime modelo para nós.

Sejamos dignos do nome de pai. Vivamos à altura do título, com temor, e Deus nos capacite para que cada um de nós seja um pai segundo o coração divino.

A FAMÍLIA OU A ESCOLA

A família e a escola são duas instituições de fundamental importância na organização social em que mourejamos. A família é anterior à escola e esta há que funcionar como auxiliar da primeira. A família educa, ou deveria educar. A escola oferece instrução, mas sem desprezar os valores que o aluno traz da família. Cabe-lhe o dever de aprimorar o que o aluno aprendeu no recesso do lar.

Como a atual sociedade está em crise de valores, há algumas angustiantes perguntas atualmente no processo educacional dos nossos filhos e netos. A família cristã está desempenhando com sabedoria o seu dever sagrado? A resposta sincera é não! A família não está conseguindo se impor e cumprir o seu papel. Pior ainda, está transferindo para a escola a formação e educação de nossos filhos. Colocar um bebê com menos de um ano de idade na creche é um dos recursos que a família usa para fugir de sua responsabilidade. A criança recebe o amor da “tia” ao invés vez de usufruir o calor do amor materno.. As conseqüências são trágicas. Os prejuízos acabam sendo inevitáveis para todos, especialmente para a criança. Ninguém consegue substituir o amor de mãe. Impossível a “tia” da creche  dispensar atenção e amor a um grupo de dez crianças, ou mais, com resultados positivos.

Há valores que são ensinados e aprendidos exclusivamente no recesso do lar. Como a função da escola é outra, o Estado diz o que deve ser inoculado nas mentes infantis. Isto resulta em que alguns sagrados valores são deturpados pelo sistema educacional. A não reação da família e o não cumprimento de sua missão deixa em aberto ao Estado ensinar o que bem lhe convier. Isto acontece por uma razão simples, pois o Estado é neutro, laico. Não tem e não deve ter ingerência religiosa na experiência dos cidadãos. Frustra saber que aos nossos filhos são transmitidos conceitos e valores contrários ao ensinamento, bíblico.

A escola do lar perdeu o conteúdo, desprezou o manual que deveria normatizar a vida dos filhos, abriu espaço para aberrações que não aceitamos como válidas, mas que são impingidas às crianças como verdades absoltas.

Cabe ao lar ensinar aos filhos a bênção monogâmica do casamento realizado entre duas pessoas de sexo oposto (homem e mulher). Além disso, com a omissão dos pais o Estado, usando a escola e a mídia, ensina aos adolescentes a usar camisinha, a aceitar como válido o “casamento” de pessoas do mesmo sexo. Aos que se recusam a acatar tal proceder, o Estado acena com a possibilidade de punição. Usando o argumento da acepção de pessoas o Estado sente-se no direito de fazer calar os valores bíblicos. Amedrontados, os pais sucumbem à imposição da mídia e colhem amargos frutos ao presenciarem os desvios dos filhos. O Estado poderia, embora não seja sua função, dizer que a escolha sexual integra o direito de liberdade do indivíduo e deve ser respeitado. Entretanto, jamais permitir e estimular que a mídia imponha que é criminoso quem não compactua com tal proceder. Quando a família cumpre o seu dever não deixa ao Estado e à escola brechas para desintegração do caráter infantil.

Como a família desistiu da verdade basilar presente no texto de Deuteronômio 6.49, permitiu que a escola ensine a teoria da evolução como fato comprovado. A teoria passou a ser considerada verdade absoluta, embora continue teoria. O descrédito que se dá ao criacionismo é lamentável e agressivo. Caso a família vivesse e ensinasse o principio bíblico da criação, como registrado na Bíblia, a escola, especialmente a de ensino superior, jamais conseguiria fazer com que nossos adolescentes e jovens se tornassem ateus por comodidade e ignorância.

Além disso, os novelistas têm entrada franqueada nos lares com seu relativismo, ensinam as crianças a agirem com violência mediante “inofensivos” desenhos animados. Tudo é válido, diz a novela, inclusive relações triangulares. Os dramas da vida são explorados e chegam a um final feliz independente de todos os valores que foram vilipendiados ao longo de sucessivos capítulos. Dita-se a moda. Induz-se o adolescente a tratar o corpo como forma de se impor perante o grupo. Como a família não ministrou aos filhos a santidade do corpo, como templo do Espírito Santo, a mídia instiga seu uso pelo hedonismo. Quanto mais tatuado, maior a liberdade de seu dono, ensina a mídia. E triste ver a família cruzando os braços ante tais aberrações.

À família cabe dizer aos seus componentes que a felicidade não está atrelada ao que se possui, conforme está em Lucas 12.1 5, mas sim na sábia administração de todos os bens. Como a família não vive na prática este princípio bíblico – a mídia sugere que você pode adquirir o máximo agora e só pagar após o Dia dos Pais – a força da mídia consegue suplantar os valores bíblicos. É fácil comprovar esta verdade. Basta entrar em um hipermercado com suas liquidações e ver as filas que se formam na seção de crediário. O consumismo é o deus reinante neste século e, como tal, o responsável pela derrocada de muitas famílias e a perdição dos filhos.

Queridas famílias, não permitam que o deus mamom seja o docente absoluto dos nossos lares e filhos. Como família comprometidas com Cristo precisamos restaurar o altar da família, o propósito divino para os nossos lares. Devemos ser bênção e abençoar o mundo em que vivemos (Gênesis 12.3). Jamais permitir que o inverso ocorra. A família, o lar, é o lugar no qual nossos filhos aprenderão a colocar Cristo em primeiro lugar. Isto será possível quando os pais restaurarem as verdades bíblicas no viver prático. Famílias fortes e equilibradas geram uma sociedade sem violência.

AMOR NÃO DIVIDE, SÓ MULTIPLICA

Jovina, desde cedo, era uma menina com instinto materno muito acentuado. Imagino a pequena Jovina dando vida às suas bonecas e com elas dialogando como gente:

– “Olha, a mamãe vai na cidade e já volta já. Fica quietinha aí, viu?

–  Não vai fazer nenhuma arte, tá?”.

Assim cresceu Jovina. Seu maior sonho era ser mãe. Casou-se com Manuel, um rapaz de boa índole, trabalhador, com quem vivia em absoluta harmonia. Ambos foram minhas ovelhas em Acari.

Habitualmente muito prestativos, viviam para servir. Nos passeios da igreja, Jovina sempre levava uma garrafa de café, às vezes duas, e assim que o povo se instalava ela começava a servir o disputado cafezinho. Manuel ajudava as famílias a carregarem as suas bagagens. Estavam sempre juntos e de bom humor.

 Os anos foram se passando e nada de Jovina engravidar. Ela e Manuel se dedicavam muito as crianças de outros casais, talvez para satisfazer a falta que sentiam de um filho que eles mesmos tivessem gerado. Finalmente, resolveram adotar uma criança.

Conseguiram um bebê, uma menina, a quem dedicaram todo o seu amor. Era uma criança dócil, que aprendeu desde cedo a amar os pais adotivos, sempre disposta a ajudar em casa, alegre, uma menina feliz que transmitia felicidade. Quando a menina estava na adolescência, de repente, Jovina engravidou, já na faixa dos 35 anos. Foi uma gestação um pouco trabalhosa, mas tranqüila. Nasceu uma linda menina.

 Percebia-se que o casal estava muito feliz com a chegada do bebê. Era um sonho que se realizava, um sonho que tanto Jovina quanto Manuel acalentava desde que se casaram. Nunca o amor do casal foi abalado pela falta de um filho saído de suas entranhas, nunca tiveram qualquer problema por causa disso, mas no íntimo, suspiravam por essa benção.

Agora que a bênção lhes foi concedida, estavam mais do que felizes. Fiquei um pouco preocupado, pensando nos sentimentos da mãe agora tendo que dividir o seu amor entre as duas filhas: Uma gerada no coração, outra gerada no próprio ventre. Será que Jovina saberia repartir o seu amor de maneira que a filha mais velha não fosse afetada pela síndrome da perda do trono, nem a mais nova viesse e sentir-se desprezada por encontrar o trono já ocupado?

Perguntei a irmã Jovina: “Como e que agora você vai poder dividir o seu amor entre as duas meninas?”. A resposta de Jovina me deixou com a sensação de total ignorância quanto à natureza do amor de mãe. Sorrindo com simplicidade, ela me respondeu: “Pastor, o amor de mãe não se divide, só se multiplica”. Ela poderia dedicar à filha adotiva o mesmo amor com que iria amar a sua própria filha, sem nada diminuir, pelo contrário, por possuir uma filha gerada em seu ventre, teria como dedicar maior amor pela filha adotiva. E por ter aprendido a amar e a se dedicar a filha de adoção, com certeza deveria ter maior amor ainda pela sua própria filha e prestar-lhe os cuidados que aqueles anos de convivência com a primeira filha lhe haviam ensinado. Ficou a preciosa lição na minha mente. “Amor de mãe não se divide, só se multiplica”.

Quanto às meninas, não pude acompanhar o crescimento delas, mas pela natureza e pela disposição de amor de Jovina e Manuel, acredito que nunca tenha brotado qualquer raiz de ciúme no coração de nenhuma delas, mas que elas sejam amigas que se amam e se cuidam, hoje já mulheres feitas. Espero que um dia ainda possa encontrar Jovina e Manuel e saber dos desdobramentos dessa história de amor, o amor de mãe que nada subtrai, somente soma, que nada divide, só multiplica amor.

Este texto é de autoria do PR. João Falcão Sobrinho, mas deve nos levar a pensar que o amor de mãe é o reflexo do amor de Deus em nossas vidas. Deus nos ama e seu amor somente multiplica-se em nós e por nós.

 

EDUCAÇÃO DE FILHOS – O QUE FAZ A DIFERENÇA

(Roberto Rinaldi Jr)

Educar filhos não é algo que se deve aprender só com a experiência, pois quando constatarmos os resultados pode já ser tarde demais. Também não podemos sair consultando os entendidos, pois além de existirem múltiplas correntes, cada família responde diante de Deus pela sua visão de educação.

Educar é trabalhar num projeto de vida, em que é preciso definir-se os objetivos e os métodos, para que os resultados não sejam imprevisíveis.

Para os cristãos, a Bíblia nos aponta o caminho com precisão e honestidade. A educação de Samuel, contrastada com a dos filhos de Eli, nos dá um exemplo da diferença de padrões e suas consequências. Livro de I Samuel. (…)

À luz desses exemplos, podemos revisar nosso padrão e propósito na educação para conduzirmos uma geração inculpável, de filhos de Deus no meio de uma geração perversa e corrupta. Fiquemos com a Palavra.

SAMUEL

HAVIA AMOR E COMPREENSÃO ENTRE SEUS PAIS

(1:4-8) Cada vez que Elcana oferecia o seu sacrifício, ele dava uma parte para Penina e outra para todos os seus filhos e filhas. Mas para Ana ele dava duas vezes mais. Elcana a amava muito, embora o Senhor não permitisse que ela tivesse filhos. Penina, sua rival, provocava e humilhava Ana porque o Senhor não permitia que ela tivesse filhos. Isso acontecia ano após ano. Sempre que iam ao santuário do Senhor, Penina irritava tanto Ana, que ela ficava só chorando e não comia nada. Um dia seu marido Elcana lhe perguntou: – Ana, por que você está chorando? Por que não come? Por que está sempre triste? Por acaso, eu não sou melhor para você do que dez filhos?

(22-23) Ana, porém, não foi. Ela disse ao marido: – Assim que o menino for desmamado, eu o levarei ao santuário de Deus, o Senhor, para que ele fique lá toda a sua vida. Elcana respondeu: – Faça o que achar melhor. Fique em casa até que ele seja desmamado. E o Senhor faça com que, de fato, se cumpra a promessa que você fez.

ERA UM FILHO ARDENTEMENTE DESEJADO

(1:9-10) Certa vez eles estavam em Siló e tinham acabado de comer. Eli, o sacerdote, estava sentado na sua cadeira, na porta da Tenda Sagrada. Aí Ana se levantou aflita e, chorando muito, orou a Deus, o Senhor.

(20) Ela ficou grávida e, no tempo certo, deu à luz um filho. Pôs nele o nome de Samuel e explicou: – Eu pedi esse filho a Deus, o Senhor.

(26-27) Ana disse: – Meu senhor, juro pela sua vida que sou aquela mulher que o senhor viu aqui de pé, orando. Eu pedi esta criança a Deus, o Senhor, e ele me deu o que pedi.

FOI RECONHECIDO COMO HERANÇA DO SENHOR E A ELE CONSAGRADO

(1:11) E fez esta promessa solene: Ó Senhor Todo-Poderoso, olha para mim, tua serva! Vê a minha aflição e lembra de mim! Não esqueças a tua serva! Se tu me deres um filho, prometo que o dedicarei a ti por toda a vida e que nunca ele cortará o cabelo.

(28) Por isso agora eu estou dedicando este menino ao Senhor. Enquanto ele viver, pertencerá ao Senhor. Então eles adoraram a Deus ali.

FOI PREPARADO PARA TRABALHAR E SERVIR AO SENHOR (Sentido de utilidade, Investimento na vocação, vestimenta adequada)

(2:11) Então Elcana voltou para a sua casa, em Ramá. Mas o menino Samuel ficou em Siló, o serviço de Deus, o Senhor, como ajudante do sacerdote Eli.

(18-19) Samuel continuava no serviço de Deus, o Senhor. Embora ainda fosse menino, vestia um manto sacerdotal de linho. Ana, a sua mãe, todos os anos fazia uma túnica para ele e a levava quando ia com o seu marido oferecer o sacrifício anual.

(3:1, 15) Samuel ainda era menino e ajudava Eli na adoração a Deus, o Senhor. Naqueles dias poucas mensagens vinham do Senhor, e as visões também eram muito raras. … Samuel ficou na cama até de manhã. Aí se levantou e abriu os portões da área da Tenda Sagrada. Ele estava com medo de falar com Eli sobre a visão que havia tido.

FOI TREINADO A OBEDECER PRONTAMENTE (princípio básico do temor a Deus)

(3:3-6) Samuel dormia na Tenda Sagrada, onde ficava a arca da aliança. E a lâmpada de Deus ainda estava acesa. Então o Senhor Deus chamou: – Samuel, Samuel! – Estou aqui! – respondeu ele. Então correu para onde Eli estava e disse: – O senhor me chamou? Estou aqui. Mas Ele respondeu: – Eu não chamei você. Volte para a cama. E Samuel voltou. Então o Senhor Deus tornou a chamar Samuel. O menino se levantou, foi aonde estava Eli e disse: – O senhor me chamou? Estou aqui. Mas Eli tornou a responder: – Eu não chamei você, filho. Volte para a cama.

FOI CRIADO NA VERDADE (não tolerar a mentira)

(3:18-19) Então Samuel contou tudo, sem esconder nada. E Eli disse: – Ele é Deus, o Senhor. Que ele faça tudo o que achar melhor! E Samuel cresceu. O Senhor estava com ele e fazia tudo o que Samuel dizia que ia acontecer.

FILHOS DE ELI

ESTAVAM NA IGREJA E NÃO CONHECIAM A DEUS (dirigentes de trabalho que não ministram em casa)

(2:12) Os filhos do sacerdote Eli não prestavam e não se importavam com Deus, o Senhor.

ERAM DESCONTROLADOS EM SEUS APETITES E ESCANDALIZAVAM (não foram disciplinados pelo comportamento inadequado).

(2:13-17) Eles não obedeciam aos regulamentos a respeito daquilo que os sacerdotes tinham o direito de exigir do povo. Quando um homem estava oferecendo o seu sacrifício, o ajudante do sacerdote vinha com um garfo de três dentes. E, enquanto a carne estava cozinhando, ele enfiava o garfo dentro da panela, e tudo o que o garfo tirava ficava sendo do sacerdote. Era costume fazer isso todas as vezes que um israelita ia a Siló para oferecer sacrifícios. Mas, antes mesmo de a gordura ser tirada da carne e queimada, os filhos de Eli mandavam que o ajudante do sacerdote fosse e dissesse a quem estava oferecendo o sacrifício: “Me entregue um pedaço de carne para o sacerdote assar. Ele não vai aceitar de você carne cozida, mas só carne crua.” E, se o homem respondia: “Deixe que a gordura queime primeiro, depois você pode tirar o que quiser”, o ajudante do sacerdote dizia: “Não. Entregue logo essa carne. Se não, eu a tomarei à força.” Assim os filhos de Eli tratavam com muito desprezo as ofertas trazidas a Deus, o Senhor. E para o Senhor o pecado desses moços era muito grave.

ELI NÃO ACOMPANHAVA AS SUAS VIDAS (com quem andam, o que fazem)

(2:23-24) Então Eli disse: – Por que é que vocês estão fazendo essas coisas? Todos me falam do mal que vocês estão praticando. Parem com isso, meus filhos! Eu estou ouvindo o povo do Senhor Deus dizer coisas terríveis a respeito de vocês!

ELI NÃO AGIU SOBRE A MALDADE DELES, MAS SIMPLESMENTE ENTREGOU-OS A DEUS

(2:24-25) Parem com isso, meus filhos! Eu estou ouvindo o povo do Senhor Deus dizer coisas terríveis a respeito de vocês! Se uma pessoa peca contra outra, o Senhor pode defendê-la. Mas quem pode defender aquele que peca contra Deus? Mas eles não ouviram o pai, pois o Senhor havia resolvido matá-los.

(3:12-13) Naquele dia farei contra Eli tudo o que disse a respeito da família dele, do começo até o fim. Eu lhe disse que ia castigar a sua família para sempre porque os seus filhos disseram coisas más contra mim. Eli sabia que eu ia fazer isso, mas não os fez parar.

OS PAIS SÃO RESPONSÁVEIS

(Prv. 23:13-14) Não deixe de corrigir a criança. Umas palmadas não a matarão. Para dizer a verdade, poderão até livrá-la da morte.

ELI NÃO CORRIGIU SEUS FILHOS E COM ISSO DESONROU A DEUS (de alguma forma tornou-se participante da maldade dos filhos)

(2:29-30) Por que é que vocês olham com tanta ganância para os sacrifícios e ofertas que eu ordenei que me fossem feitos? Eli, por que você honra os seus filhos mais do que a mim, deixando que eles engordem, comendo a melhor parte de todos os sacrifícios que o meu povo me oferece? Eu, o Senhor, o Deus de Israel, prometi no passado que a sua família e os seus descendentes me serviriam para sempre como sacerdotes. Mas agora eu digo que isso não vai continuar. Pois respeitarei os que me respeitam, mas desprezarei os que me desprezam.

(4:18) Quando ouviu falar na arca, Eli caiu da cadeira para trás, perto do portão da cidade. Ele estava muito velho e gordo. Por isso, quando caiu, quebrou o pescoço e morreu. Eli foi o líder do povo de Israel quarenta anos.

COMO CONSEQUÊNCIA, DEUS ABENÇOOU O FRUTO DO VENTRE DE ANA, ENGRANDECEU A SAMUEL E JULGOU A CASA DE ELI E SUA DESCENDÊNCIA

(2:21) E o Senhor abençoou Ana, e ela teve mais três filhos e duas filhas. E o menino Samuel crescia no serviço de Deus, o Senhor.

(3:20) Assim todo o povo de Israel, do Norte ao Sul do país, ficou sabendo que Samuel era, de fato, um profeta do Senhor.

(2:31-32) Olhe! Está chegando o tempo em que eu matarei todos os moços da sua família e da família do seu pai para que nenhum homem da sua família chegue a ficar velho. Você passará dificuldades e terá inveja de todas as coisas boas que vou dar ao povo de Israel, mas ninguém da sua família chegará a ficar velho.

CRESCENDO O AMOR FAMILIAR

               “Esta é a nossa oração: Pedimos ao nosso Senhor que o nosso amor cresça cada vez mais, juntamente com o verdadeiro conhecimento e a perfeita compreensão um do outro para que possamos escolher fazer sempre o melhor um pelo outro. Então, no dia em que Cristo voltar, nós estaremos livres de toda impureza e culpa. As nossas vidas estarão cheias de boas qualidades que o Senhor Jesus Cristo produziu em nós, para que Deus seja glorificado.” (Fil. 1.9-11)

 

               A oração do apóstolo Paulo nos conduz a quatro princípios que podemos usar para desenvolver o nosso amor conjugal e familiar, pois somos ligados por laços de amor, e estes podem ser desfeitos e refeitos, enquanto o nó precisa ser cortado. Olhemos para os princípios e se precisarmos refazer os laços, refaçamos. Se estamos apertados pelos nós, tomemos coragem de cortar e refazer um belo laço de amor.

 

                1º PrincípioO valor Pessoal – “juntamente com o verdadeiro conhecimento e perfeita compreensão um do outro”… Aceite e entenda que a sua (seu) esposa (o) é uma obra preciosa de Deus. O casamento é um garimpo de uma pedra preciosa que há na vida um do outro. Mas, no garimpo, sempre em meio ao que é precioso, vem à sujeira. DICAS – a) transmita sua satisfação pelas qualidades interiores de sua esposa (o) b) Identifique os traços de personalidade que você não aprecia nele(a). Verifique se podem ser mudados. Se não podem: 1) reconheça que foi Deus quem fez assim, e se você não gosta é só Ele quem pode mudar, não tente fazer isto.  Se você ficar amargurado por isto, lembre que sua amargura deve ser confessada a Deus, pois Ele é o culpado. 2) Mantenha os olhos abertos para os pontos forte a fim de que você possa cooperar na transformação  que Deus pode fazer nos pontos fracos.

 

                2º Princípio Do Amor – “Para que possamos escolher fazer sempre o melhor um pelo outro”… – Amar é decidir fazer sempre o melhor pelo outro. Aprender com as irritações causadas pelo seu cônjuge, como uma oportunidade de demonstrar amor um pelo outro, e deve ser fruto de uma decisão. Só é possível perdoar as ofensas através do amor de Deus.

Aprendam a perdoar; muitas vezes não aprendemos isto em família.  DICAS – 1) esclareçam os mal entendidos através das irritações do cônjuge. 2) Aproveite as irritações causadas, e que são inevitáveis, como oportunidade para aprender a se tornar mais sensível  e carinhoso. 3) Procure ser sensível para descobrir o que você faz que leva o espírito dele a reagir com o seu espírito e faça um voto de não repetir.

 

                3º Princípio Da Coragem – “Então, no dia em que Cristo voltar, nós estaremos livres de toda impureza e culpa.” Apóie e encoraje um ao outro a firmar o testemunho de estarem unidos no propósito de fazerem sempre o que é certo diante de Deus. Não aceitem cumplicidade um do outro do que é errado, do jeitinho brasileiro. Se ela (e) ofender alguém diga que há um erro. DICAS: 1) Cultivem a confiança de que a vida cristã sempre será uma vida superior, melhor, com uma recompensa de glória. 2) Resistam as pressões sociais de se tornarem participantes do sistema do mundo sem Deus. 3) Estabeleça alvos de ajudar a outros casais, ou solteiros a experimentarem um crescimento na vida cristã ou conjugal. 3) Evite tomar uma posição ao lado do que é direito, correto, sem que haja uma atitude de amor para com os outros.

 

                4º PrincípioDa Graça (direitos pessoais) – “As nossas vidas estarão cheias de boas qualidades que o Senhor Jesus Cristo produziu em nós, para que Deus seja glorificado” Entregue todas as posses ao Senhor, e fique na expectativa de que Deus intervenha de maneira sobrenatural a favor de vocês, como casal. Toda boa qualidade que vocês viverem um para com o outro ou para o próximo é produto da Graça do Senhor Jesus em vocês. Os seus direitos pertencem ao Senhor de vocês. DICAS – 1) Cultivem o hábito de DAR para suprir as necessidades de seu cônjuge em vez de ficar esperando RECEBER  para satisfazer suas necessidades próprias. 2) Exerçam um ministério como casal, procurem se DAR como casal a outros. 3) Não centralize suas vidas em coisas, mas em pessoas. Não esqueçam, vocês são eternos.

 

                O maior desejo de Deus é que a felicidade de vocês seja revertida em glória para Ele, pois é pela sua graça que podemos viver uma vida familiar completa. Desfrute destes princípios diariamente em oração, aplique nas suas vidas e de seus filhos e o amor crescerá, pois amar é decidir fazer sempre o melhor pelo outro.